É #FAKE que TSE proibiu Bolsonaro de baixar preço de combustíveis em 2022

SE não determinou redução de combustíveis em ano eleitoral g1 Circula nas redes sociais uma publicação dizendo que, em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL) de reduzir os preços da gasolina em 2022. É #FAKE. selo fake g1 🛑 Como é o post?
Desde 13 de março, publicações no Instagram, no Tiktok e no X exibem uma montagem na qual aparece uma foto da atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, ao lado de enunciados reais, extraídos de dois títulos jornalísticos.
O primeiro, que foi originalmente publicado em 17 de março de 2022, diz: “Ministros do TSE consideram crime diminuir preço do combustível em ano eleitoral”.
O segundo, de 12 de março de 2026, diz: “Entenda o pacote de Lula para reduzir o preço do diesel”.
No X, um dos posts contendo essa imagem apresenta a seguinte legenda: “Em 2022, Bolsonaro foi impedido de promover redução dos preços.
Em 2026, Lula faz o que quiser sem qualquer interferência”.
Mas isso não é verdade.
O Fato ou Fake enviou o material à assessoria de imprensa do TSE, que respondeu, por e-mail: “O conteúdo é falso.
Em 22 de março de 2022, o TSE arquivou consulta formulada [em 16 de fevereiro] pela Advocacia-Geral da União (AGU) que questionava se é possível, em ano eleitoral, a redução, a partir de lei aprovada pelo Congresso Nacional, da alíquota de impostos e contribuições sobre produtos e insumos.
Por unanimidade, o Plenário decidiu não conhecer da consulta, o que significa que o julgamento não foi levado adiante para análise do mérito da questão, que envolve, entre outros pontos, a diminuição do preço dos combustíveis”.
Além disso, o Fato ou Fake verificou, no site da Corte, o documento com o resultado da votação que decidiu, por unamidade, pelo arquivamento do caso.
O ex-ministro Carlos Horbach (relator) avaliou que o pedido da AGU “não era específico acerca de quais seriam as propostas legislativas e suas implementações” e “carecia de objetividade”.
Votaram nesse sentido os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Edson Fachin.
As publicações falsas passaram a circular um dia depois de o governo Lula (PT) anunciar medidas para conter o aumento do preço dos combustíveis, em razão da guerra no Oriente Médio.
No anúncio, ocorrido em 12 de março, foram determinados o aumento de imposto sobre a exportação de petróleo e a isenção de impostos federais sobre o
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