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Anvisa determina atualização de vacinas contra Covid-19 com nova cepa predominante no país; veja quem precisa tomar nova dose

· Português· G1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil.

A nova regra estabelece que os imunizantes devem ser monovalentes —direcionados a uma única variante do vírus— e conter obrigatoriamente a cepa LP.8.1 do SARS-CoV-2, mais alinhada ao cenário epidemiológico atual.

A medida, publicada na Instrução Normativa nº 429 pela Diretoria Colegiada do órgão, segue a estratégia já adotada internacionalmente de revisar periodicamente as vacinas conforme a evolução do coronavírus.

Mas, para além da mudança técnica, a atualização levanta uma dúvida comum: quem já se vacinou precisa tomar a nova dose?

O que muda com a nova regra O texto da norma é direto ao estabelecer que “as vacinas contra a Covid-19 a serem comercializadas ou utilizadas no Brasil deverão ser monovalentes e conter, obrigatoriamente, a cepa LP.8.1 do vírus SARS-CoV-2”.

Na prática, isso obriga fabricantes a atualizarem seus registros e processos produtivos, além de impactar a organização das campanhas de vacinação no país.

Para evitar interrupções, a Anvisa autorizou um período de transição: vacinas baseadas na cepa anterior, a JN.1, ainda poderão ser utilizadas por até nove meses.

A lógica é semelhante à adotada na vacina da gripe, que é reformulada regularmente para acompanhar as variantes mais recentes do vírus influenza.

Por que as vacinas são atualizadas O SARS-CoV-2 sofre mutações ao longo do tempo.

Algumas dessas mudanças ocorrem na chamada proteína spike —estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas e principal alvo das vacinas.

Quando essa proteína se modifica, o sistema imunológico pode ter mais dificuldade de reconhecer o vírus com base em versões antigas do imunizante.

Isso não significa perda total de proteção, mas pode reduzir a eficácia contra infecções e, em alguns casos, contra formas mais graves, especialmente entre pessoas vulneráveis.

A atualização da vacina, portanto, funciona como um reforço direcionado: ela “reapresenta” o vírus ao organismo em uma versão mais próxima da que está circulando.

Quem já se vacinou precisa tomar a nova?

A atualização não reinicia o esquema vacinal.

As doses anteriores continuam válidas e seguem protegendo, sobretudo contra hospitalizações e mortes.

O que muda é a recomendação de reforço.

Grupos com maior risco —como idosos, pessoas com comorbidades, gestantes, imunossuprimidos e profissionais de saúde— tendem a ser orientados a recebe

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