Ricardo Couto concede 1ª coletiva como governador do RJ após renúncia de Castro

Desembargador Ricardo Couto Brunno Dantas/TJRJ O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro, concede nesta quarta-feira (25) sua primeira entrevista coletiva à imprensa desde que assumiu o comando do estado, após a renúncia de Cláudio Castro (PL). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A coletiva no Tribunal de Justiça do Rio, no Centro da capital, deve abordar os primeiros passos da gestão interina em meio à crise política que levou à saída do ex-governador.
Castro deixou o cargo na segunda-feira (23), um dia antes da retomada do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que condenou o ex-governador e o deixou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
A renúncia abriu caminho para a convocação de uma eleição indireta na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que deverá escolher o novo governador para cumprir o mandato até o fim de 2026.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Governo interino Presidente do Tribunal de Justiça do Rio desde fevereiro de 2025, Ricardo Couto assumiu o Executivo estadual após a publicação da carta de renúncia de Castro no Diário Oficial.
Sem vice-governador e com o presidente da Alerj afastado, o estado entrou em situação de dupla vacância, o que levou à posse do chefe do Judiciário na função de governador em exercício.
Ao assumir, Couto afirmou que seu objetivo é garantir estabilidade institucional e continuidade dos serviços públicos. “Assumo o Governo do Estado com o compromisso de garantir estabilidade institucional, respeito às leis e continuidade dos serviços prestados à população”, declarou.
Contexto político A mudança no comando do estado ocorre em meio a um cenário de forte instabilidade política.
Além da renúncia de Castro e do julgamento no TSE, o Rio se prepara para uma eleição indireta que deve ocorrer nas próximas semanas para definir o chamado governador-tampão.
Palácio Guanabara Reprodução/TV Globo A disputa acontece em meio a incertezas jurídicas sobre as regras do pleito, após decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu pontos da lei aprovada pela Alerj.
As mudanças garantem o voto secreto dos parlamentares e o prazo de 180 dias para desincompatibilização dos candidatos ao cargo.
Nesta quarta-feira, a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu no STF a derrubada da liminar do ministro Luiz Fux que suspendeu trechos da lei estadual sobre a eleição indireta.
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