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Amapá lidera casos de violência sexual contra adolescentes de 13 a 17 anos, aponta pesquisa

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Amapá lidera casos de violência sexual contra adolescentes de 13 a 17 anos, aponta pesquisa

Violência sexual infantil Marcelo Casal/Agência Brasil O Amapá aparece como o estado com maior proporção de vítimas de assédio e violência sexual entre adolescentes, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgados nesta quarta-feira (25).

O levantamento, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde e com apoio do Ministério da Educação (MEC), mostra que 26,3% dos estudantes de 13 a 17 anos já sofreram algum tipo de violência sexual, como toques, manipulações, beijos forçados ou exposição de partes do corpo contra a vontade.

Entre as meninas, o cenário é ainda mais grave: 35,7% relataram episódios de violência sexual, mais que o dobro do percentual observado entre os meninos (16,5%).

O resultado coloca o Amapá no topo do ranking nacional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A pesquisa também revelou que 13,5% dos adolescentes foram obrigados a manter relação sexual contra a vontade alguma vez na vida.

Entre as meninas, o índice chega a 18%, enquanto entre os meninos é de 8,9%.

Em 70,6% dos casos, a violência ocorreu quando o adolescente tinha 13 anos ou menos.

Os agressores, em sua maioria, eram pessoas próximas: familiares (33,7%), conhecidos (23,4%) e até namorados(as) (18,6%).

Casos de estupro foram informados por 8,8% das meninas e 3,7% dos meninos.

LEIA MAIS: Jovem estrangulada e morta em loja no Amapá também sofreu violência sexual, aponta polícia Outros dados preocupantes Bullying: 29,6% dos adolescentes disseram ter se sentido humilhados pelos colegas nos últimos 30 dias; Violência digital: 16,7% relataram ter sido ameaçados ou ofendidos em redes sociais e aplicativos; Consumo de álcool: 42,6% já ingeriram bebida alcoólica; 38,2% relataram episódios de embriaguez; Drogas ilícitas: 6,1% declararam uso em algum momento da vida; Cigarro: 15,4% já fumaram; Iniciação sexual: 38,5% já tiveram relação sexual; 40,9% não usaram preservativo na última vez; Gravidez na adolescência: 7,4% das meninas já engravidaram, sendo 7,8% na rede pública e apenas 0,4% na rede privada.

Contexto familiar Menos da metade dos adolescentes (49,5%) mora com pai e mãe.

A maioria vive apenas com a mãe (35,8%), enquanto 6,7% moram só com o pai e 7,9% não vivem com nenhum dos dois.

Sobre a pesquisa Realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde e apoio do Minis

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