Justiça condena 20 pessoas por lavagem de dinheiro com carros de luxo e tráfico de drogas com uso de cafeína no interior de SP

Operação Car Wash: Justiça condena 20 pessoas por lavagem de dinheiro O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo condenou 20 pessoas por envolvimento em um esquema criminoso de lavagem de dinheiro com carros de luxo e tráfico de cocaína com adição de cafeína para ampliar a produção da droga.
A quadrilha chegou a movimentar R$ 60 milhões em cinco anos e alguns dos integrantes moravam em condomínios em Rifaina (SP) e na zona Sul de Ribeirão Preto (SP), região nobre da cidade.
As penas variam de quatro a 34 anos de prisão e foram determinadas de acordo com a atuação de cada um dos condenados dentro do grupo.
A decisão foi proferida na terça-feira (24). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Allan Tadashi, apontado como o chefe do esquema, foi condenado a 34 anos e quatro meses de prisão.
Ele está preso desde o início da Operação Car Wash, que desmantelou a quadrilha, e morava em um condomínio na zona sul de Ribeirão Preto.
Nevanir de Souza Neto, apontado como um dos financiadores da quadrilha, foi condenado a 21 anos, quatro meses e 20 dias.
Roger Martins e Antão Viana Júnior, condenados a 22 e 18 anos, respectivamente, são apontados como os principais fornecedores de cafeína no esquema criminoso.
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A decisão da Justiça ainda determinou a incineração dos entorpecentes apreendidos durante a Operação Car Wash, que descobriu o esquema criminoso.
Allan Tadashi, Antâo Viana Júnior, Nevanir de Souza Neto e Roger Martins foram condenados por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas em Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV O que dizem as defesas A advogada Eloraine Luchesi, que defende Roger Kühl Martins, disse que a sentença de primeira instância é desproporcional e desconsiderou critérios legais essenciais na fixação da pena.
Eloraine disse que Martins é primário, possui bons antecedentes e não tem histórico criminal.
A defesa vai recorrer.
Advogado de Nevanir de Souza Neto, Julio Mossin informou que vai recorrer da sentença.
As defesas de Allan Tadashi e Antão Viana Júnior não comentaram o assunto até a última atualização desta matéria.
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