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Lideranças indígenas se reúnem para discutir crise socioambiental na região de fronteira no Acre

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Lideranças indígenas se reúnem para discutir crise socioambiental na região de fronteira no Acre

Mais de 100 lideranças indígenas se reúnem no Acre para discutir crise socioambiental na região de fronteira Arquivo pessoal Mais de 100 lideranças indígenas de 14 povos participam, até a próxima quinta-feira (26), de um seminário em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, para discutir a crise socioambiental que atinge a região de fronteira entre Brasil e Peru.

O encontro também reúne pesquisadores, organizações da sociedade civil e representantes de órgãos públicos.

A programação iniciou na terça (24) e faz parte do Seminário Aliança Transfronteiriça em Defesa dos Povos, das Águas e das Florestas Amazônicas, que integra uma articulação entre instituições e comunidades indígenas dos dois países.

O objetivo é debater os principais problemas que ameaçam os territórios e construir estratégias de proteção. (Confira programação completa mais abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Entre os temas centrais estão a expansão de estradas na região de fronteira, o avanço do crime organizado e do narcotráfico, além da exploração ilegal de recursos naturais.

Esses fatores têm pressionado uma das áreas mais preservadas da Amazônia e acendeu o o alerta para riscos ambientais considerados críticos.

A região de fronteira entre o Acre e o departamento de Ucayali reúne dezenas de territórios indígenas e unidades de conservação e é considerada uma das áreas de maior biodiversidade do planeta.

Também é estratégica para a manutenção de nascentes e de bacias hidrográficas importantes.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA MAIS: Para viabilizar rota pelo Pacífico, ZPE do Acre firma parceria com Zona Especial de Desenvolvimento peruana Três unidades de conservação registram queda no desmatamento no AC; Resex reduz mais de 50% Geoglifos que sofreram danos devem ser delimitados e sinalizados no Acre, determina acordo Porém, ao longo dos últimos anos, tem enfrentado aumento de desmatamento, invasões de terras e atividades ilegais, o que impacta diretamente as comunidades indígenas que vivem nesses territórios há séculos.

As lideranças apontam também que, apesar de direitos garantidos em lei, há dificuldades na proteção efetiva dos territórios. “É o nosso direito que, apesar de estar garantido na lei, nos é negado diariamente”, diz Francisco Piyãko, coordenador da Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (OPIRJ). “Defendemos nossas terras, muitas vezes arriscando a vida, e exigimos, como protagonistas na defesa da vida e do planeta, reciprocidade, respeito

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