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DF lidera ranking de uso de cigarros eletrônicos entre estudantes; índice chega a 43%, diz pesquisa

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DF lidera ranking de uso de cigarros eletrônicos entre estudantes; índice chega a 43%, diz pesquisa

Jovem fumando vape, em imagem de arquivo Diego Fedele/AAP Image via AP Em Brasília, mais de 43% dos estudantes com idades entre 13 e 17 anos já experimentaram cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes” e “pods”. É o maior percentual entre todas as capitais do país.

Os dados são da Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento foi feito em parceria com o Ministério da Saúde.

O estudo analisou temas relacionados à saúde dos adolescentes que frequentam regularmente as escolas públicas ou privadas no país. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Em relação à última pesquisa, de 2019, o índice de jovens que experimentaram cigarros eletrônicos no DF subiu quase 13 pontos percentuais.

Na capital, os números indicam que o contato com a droga é mais comum: entre as meninas (44,5% das entrevistadas) que entre os meninos (43%); entre alunos de escolas públicas (48,5%) que entre os de escolas privadas (29,7%).

A psicóloga Maria Eduarda Fernandes afirma que essa diferença se dá por fatores sociais amplos. “Em contextos que têm uma maior vulnerabilidade, o adolescente acaba ficando, sim, mais exposto a situações de risco.

E, muitas vezes, com menos acesso à informação de qualidade ou com menor supervisão”, argumenta.

LEIA TAMBÉM: Vapes: usuários podem perder a voz por danos às cordas vocais; especialista alerta para os riscos ‘Estão viciando crianças em nicotina’: o alerta da OMS sobre o boom dos cigarros eletrônicos no mundo Efeitos e riscos são iguais ao do cigarro comum Os cigarros eletrônicos também oferecem outros “fatores de atração” para a mente de um adolescente, como os sabores adicionados ao produto, a vontade de pertencer a grupos sociais e a relativização dos prejuízos – ou seja, a ideia errada de que a versão eletrônica faz “menos mal” que o cigarro comum.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) vem alertando que os vapes são tão viciantes quanto o cigarro “tradicional”.

Isso, porque entregam rapidamente a nicotina ao cérebro – é ela a responsável pela sensação maior de prazer associada ao fumo.

Os danos imediatos ao corpo, no entanto, também são similares aos do cigarro convencional.

Segundo o coordenador da pneumologia no Hospital Santa Lúcia, William Schwartz, “bastam apenas 5 minutos de uso do cigarro eletrônico para que seja possível observar e a absorver efeitos adversos imediatos no pulmão”.

O vape está trazend

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