“A saída dos ruandeses de Moçambique não interessa a ninguém”
O Ruanda admitiu retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável para a operação. No terreno desde 2021, cerca de mil militares ruandeses apoiam as forças moçambicanas no combate à insurgência armada activa desde 2017, associada ao grupo jihadista Estado Islâmico. O aviso surge numa altura em que se aproxima o fim do apoio financeiro da União Europeia à missão, previsto para Maio, ao fim de 36 meses e após um total de 40 milhões de euros desembolsados. Em Bruxelas, o Presidente Daniel Chapo tenta assegurar a continuidade desse financiamento. O investigador do Observatório do Meio Rural, João Feijó, considera que não há interesse em ver as forças ruandesas abandonarem o país.
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